Divórcio, união estável e partilha
Certidões, regime de bens, documentos do patrimônio e informações sobre dívidas ajudam a definir o que precisa ser discutido. Filhos menores ou incapazes também influenciam a escolha da via.
Separar o término da relação das questões patrimoniais permite visualizar acordos possíveis e pontos que ainda exigem prova ou decisão.
Guarda, convivência e responsabilidades parentais
A análise deve partir da rotina real da criança: escola, saúde, deslocamentos, cuidadores e disponibilidade dos responsáveis. Guarda compartilhada não significa divisão matemática do tempo.
Calendários, comunicações e registros objetivos ajudam a compreender dificuldades de convivência sem ampliar o conflito.
Pensão alimentícia e organização das necessidades
Despesas da pessoa alimentada e capacidade contributiva precisam ser demonstradas com documentos. Planilhas ajudam, desde que acompanhadas dos comprovantes e de uma descrição realista da rotina.
Mudanças relevantes de necessidade ou possibilidade podem justificar nova análise. Deixar de pagar ou alterar unilateralmente o valor cria riscos e não substitui o procedimento adequado.
Inventário, herdeiros e organização patrimonial
Certidão de óbito, documentos dos herdeiros, matrículas, extratos, veículos, participações e dívidas formam o inventário inicial do patrimônio.
A possibilidade de inventário extrajudicial depende dos requisitos aplicáveis e do consenso. Mesmo quando a via judicial é necessária, a organização prévia reduz incertezas.
O que vale separar antes da conversa
Você não precisa ter todos os documentos em mãos para começar. Separe o que já possui e guarde informações sensíveis para o canal de atendimento.
- certidões de casamento, nascimento ou óbito
- documentos pessoais
- comprovantes de renda e despesas
- documentos de imóveis, veículos e contas
- contratos, financiamentos e dívidas
- calendário da rotina dos filhos
- conversas relevantes preservadas com contexto
- relação inicial de bens e herdeiros


